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quarta-feira, 17 de junho de 2015

Perder as calças, ganhar a vida. Sobre corrida e emagrecimento

Semana retrasada estive no consultório da Dra. Fernanda Monteiro, nutróloga e também corredora na mesma equipe que nós três. Foi bom perceber que já baixei muito o peso desde o início do ano passado.

Em fevereiro de 2014 voltei de uma viagem com a família e percebi que havia extrapolado: beirava os 96 kg!!!!! Vi-me obeso pela primeira vez na vida. Esta viagem coincidia com uma feliz notícia: acabáramos de nos descobrir grávidos pela terceira vez e agora, do tão esperado menino.

Novamente, tal como ocorrera com o nascimento das minhas meninas, me prometi manter uma vida saudável e emagrecer e assim, poder viver muito para ensinar algo para meus filhos, mas, sobretudo, apreender o máximo de experiências que eles pudessem me transmitir.

Lembro-me bem de dedicar minha primeira meia maratona ao nascimento da Marthinha em 2012 e à felicidade que era e é conviver com a Milena.

Pois bem, desde que comecei a me preparar para a maratona venho me percebendo mais magro e, principalmente, mais saudável, cheio de vida. Não só a corrida me ajuda a emagrecer, como também a lenta mudança nos meus hábitos alimentares.

Sugestões da Dra. Fernanda Monteiro para uma vida saudável.

Apesar das lesões que venho tratando e da minha ansiedade, que me impede de seguir à risca a dieta alimentar, venho realmente perdendo peso, o cinto das calças está cada vez mais apertado e as calças estão cada vez mais frouxas.

Nos últimos dias, apesar da sensação de que emagrecerei mais um pouco, fui impelido a comprar calças novas. Logicamente fui em uma loja de departamentos e comprei duas das mais baratas, certo de que elas também durarão pouco.

Tenho a certeza de que isto é o resultado não dos meus treinos, cada vez melhores e mais regulares, como também da mudança de, pelo menos, 80% dos meus hábitos alimentares e da suplementação que estou seguindo sob supervisão médica (basta ver a foto dos produtos que tomo no post anterior feito pelo Rodrigo).

Se a maratona fosse no próximo domingo, não tenho dúvidas de que conseguiria concluí-la.

Termino por aqui torcendo para que eu perca ainda muitas calças. Meu ganho é muito maior e mais consistente.

                                                     2014                             Agora.
(não dá pra notar muito a diferença, mas eu me conheço, isso é que importa. Rsrsrsrs)
                                             


segunda-feira, 15 de junho de 2015

Preparar-se para 42k não é barato!


As drogas do Tarso
Preparar-se bem para uma maratona não é barato. Prova disso é a foto aí de cima dos suplementos que a gente toma.

Para ter ideia, um pote do whey protein que costumo comprar custa uns R$ 160. A saída é fazer encomendas no exterior. Ainda que os produtos sejam taxados em 60%, sai mais em conta. Outro dia, pedi um pote de BCAA de 400 cápsulas e um de beta-alanina de 150 (aminoácidos). Custou R$ 137. No Brasil, só o pote de BCAA sairia mais de R$ 200.

Bem, e se há suplementação, é porque você provavelmente foi num nutricionista que, no meu caso, cobra R$ 200 as consultas de manutenção. Vou, em média, a cada três meses. No caso da maratona, precisarei abreviar esse tempo.

Musculação é mais que obrigatório. Há academias mais baratas, mas eu optei por fazer no studio do meu treinador de corrida, que já me conhece, tem outro conceito, um espaço menor onde os professores podem dar mais atenção aos alunos.

Eu no Upstudio
Por causa da coluna, ainda faço pilates uma vez por semana. Musculação são dois dias, além dos três de treinos de corrida. Domingo é dia de descanso geralmente, porque sábado à noite gosto de tomar minha cervejinha. Ninguém é de ferro!

Mas, voltando aos cálculos, só nesse trio (assessoria esportiva + musculação + pilates), são 600 pratas por mês. Ah, e quando a dor aperta, tem o massoterapeuta também (já recorri duas vezes a ele). E, como me lembrou o Tarso, o fisioterapeuta, se tiver que ir para o estaleiro durante a preparação.

Isso sem falar em outras coisas, como um bom tênis, relógio com GPS, cinto de hidratação...

Porém, é um investimento que, na minha opinião, vale muito a pena. Tudo pela saúde e pelo bem-estar. A gente abre mão de algumas coisas em prol do que nos faz bem.